Foragida há seis anos, assassina de empresária boituvense foi presa hoje
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Foragida há seis anos, assassina de boituvense foi presa hoje

 

Corpo de comerciante foi encontrado carbonizado dentro de carro em 2009

 

O Setor de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil de Boituva concluiu hoje (15), um dos crimes mais bárbaros cometidos na cidade.

Em investigação constante, o Setor recebeu a informação de que a boituvense P. R. C., de 37 anos, foragida desde 2009, estaria entre as cidades de Maristela e Laranjal Paulista.

Após campana, os Policiais boituvenses encontraram hoje, trabalhando como babá na casa de um empresário, na cidade de Laranjal Paulista, a criminosa, que utilizava identidade falsa.

Condenada a 28 anos de prisão por extorsão e sequestro seguido de morte, mais 1 ano e 2 meses por ocultação de cadáver, a assassina foi beneficiada por um Habeas Corpus ainda em 2009. O benefício foi cassado e a criminosa deveria voltar à prisão, o que não aconteceu; desde então, P. R. C. permanecia foragida.

 

Relembre o crime

 

A comerciante Sidna Maria Ribeiro Margiotto foi encontrada morta dentro de um carro em chamas no dia 04 de maio de 2009, na área rural de Boituva.

Na data, o marido da comerciante foi à delegacia, por volta do meio-dia, registrar um boletim de ocorrência de sequestro. Segundo ele, sua esposa tinha deixado a empresa deles, para preparar o almoço, em casa. Ela teria usado um veículo Safira que pertencia ao seu marido. Pouco tempo depois, ele contou ter recebido uma ligação de sua esposa, pedindo para que ele conversasse com um homem, que pedia dinheiro, sem estipular o valor. 

Por volta das 15h, um carro em chamas foi encontrado por Guardas Civis Municipais, que avisaram Policiais Civis, que ao chegarem ao local, encontraram o corpo de Sidna, já carbonizado, no banco traseiro do veículo.

Em 30 de maio, resultado da investigação da Polícia Civil de Boituva, três pessoas foram presas, acusados de integrar a quadrilha que cometeu o crime.

Outro integrante da quadrilha foi preso em Andirá/PR, pela Polícia Rodoviária Federal do Paraná, por tráfico de drogas (ele portava 10 kg de maconha). Ele confessou o crime de extorsão mediante sequestro seguido de morte.

Toda a quadrilha foi condenada, está presa e a Polícia Civil encerrou hoje a investigação do crime.

 
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